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  • 02Sep

    A abolição dos desktops pessoais é uma questão de tempo” dizia alguém* (insira aqui o nome de qualquer “pai” da internet/tecnologia/empresário 2.0). No século 21,2 todos arquivos de um usuário comum estarão disponíveis na internet e acessíveis a partir de qualquer quiosque, laptop ou smartphone. Os hotspots gratuitos de wifi irão se proliferar como chuchu em cerca, e apostando nesse futuro, no qual discos locais não fazem sentido algum, o Google decidiu que investir em um bom navegador é muito mais lógico($) do que investir em um sistema operacional completo.

    Com um bom navegador em mãos eles tentaram encurtar o tempo necessário para derrubar a Microsoft (o masterplan?). Para suas fotos temos o Picasa, para Documentos e Planilhas o Google Docs e SpreadSheets fazem o trabalho, para achar os amigos o Orkut, na hora de contatar alguém temos o Gmail e o GTalk, Google Maps para buscar um endereço, Agenda, Recados, Blog, YouTube. O leque do Google se multiplica a cada mês e só Deus sabe o que planejam pro amanhã. E para continuarem no topo do nosso futuro apocalíptico melhor definir os alicerces hoje.
    Por isso que sem mais lenga lenga apresento o lançamento mundial de hoje: o Google Chrome, navegador de código-aberto da empresa mais cool do mundo.

    Antes de começar meu pequeno review vamos frisar que se trata de uma versão beta da beta e que desde já impressiona bastante. A seleta de funcionalidades é muito boa e apesar de não trazer nada de muito revolucionário, o navegador é capaz de agradar até um velho e rabugento fã do Opera (sim eles existem… ;-) )

    O Google Chrome pode ser obtido no url: http://www.google.com/chrome e uma boa surpresa é que o mesmo já se encontra em português. Infelizmente as versões para Linux e OSX ainda não têm betas públicos. O download parece ser pequeno apesar da porcaria do instalador ser online e não mostrar o tamanho do instalador.

    Uma das maiores felicidades do Chrome é utilizar o WebKit como motor de renderização das páginas, o WebKit possui código aberto e é conhecido por ser utilizado no Safari da Apple e por ter uma das melhores (se não a melhor) implementação balanceando eficiência, gerenciamento de memória, velocidade e compatibilidade com padrões web.

    Só por trazer o WebKit já temos um performance legal do navegador, porém ainda temos um Ás na manga do Chrome: no navegador do Google cada aba é tratada como um processo separado e único ao sistema operacional. Não temos então aquele travamento clássico de quando uma aba é muito pesada e atrapalha a navegação em outra pois cabe ao sistema operacional e aos processadores multicores de hoje controlar os processos distintamente. Temos também a vantagem de que se uma aba por ventura causa um erro crítico, somente ela é fechada e não o navegador inteiro.

    Esse foi o grande pulo do gato do Google e provavelmente será a funcionalidade que só veremos na próxima geração de navegadores (Firefox 3.2, Opera 10, Safari 4).

    O Chrome e sua interface: meu primeiro choque ao executar o navegador foi a barra das abas. Ela não existe. As abas vão se agrupando na barra de título do navegador, o que é muito legal pois maximiza a área de exibição das páginas. Isso porém limita o uso do duplo clique. Nos demais navegadores quando damos um duplo clique na barra de abas temos uma nova aba aberta, no Chrome o duplo clique é interpretado com um duplo clique em uma janela comum, ou seja, a tela sai do modo maximizar, como um duplo clique na barra de título do Word. A aba inicial do Chrome mostra uma matriz 3×3 com os sites mais visitados pelo internauta, ao estilo do Speed Dial do Opera. Algo que me irritou bastante é o fechamento das abas, quando temos apenas uma aba aberta e a fechamos ao invés do Chrome trazer o “Speed Dial” de volta ele simplesmente fecha o navegador, bem irritante. Outro ponto negativo foi a falta de um botão que impeça o carregamento da página, a fim de economizar espaço na interface limpa estilo Google temos só um botão de atualizar. Um ponto positivo são as janelas de histórico e downloads que se apresentam como abas para o usuário como no Opera gerando uma maior consistência do sistema de abas. Ponto negativo pra barra de endereços que se limita a listar os endereços visitados e sugestões de busca no Google e não acha conteúdo das páginas visitadas como nas últimas versões do Firefox e do Opera.

    Sobre a navegação em sites: os pop-ups não são bloqueados, ficando escondidos no canto das páginas. O Flash funcionou perfeitamente mas o Java não foi reconhecido. Caixas de texto podem ter seu tamanho alterado (recurso muito legal disponível no Firefox por extensões ou no Opera por UserJS).

    Segurança: o navegador se mostrou eficiente trazendo proteção contra phishing ativada por padrão, iluminando a barra de endereços quando estamos em um site seguro, indicando com um cadeado o certificado do site e realçando o domínio do site como no Internet Explorer 8. Outra feature copiada do IE8 foi o modo de privacidade. Clicando no menu de páginas temos acesso a opção Janela Anônima. Nesse modo o Chrome não registra no histórico ou cache qualquer rastro dos sites visitados. Útil para ver pornografia no computador da família, hehehe.

    Integração: o Chrome oferece como brinde a integração com o Google Gears que permite utilizar de aplicativos web mesmo offline. Assim você pode começar a escrever um documento no Google Docs, sair de uma conexão wifi e continuar a escrever seu documento. Quando retomar uma conexão então você salva o mesmo e não perde o que trabalho feito enquanto estava fora da rede. Outro recurso legal de integração é que a partir de qualquer website você pode criar um atalho de aplicativo. Por exemplo, eu criei um atalho de aplicativo pro Google Reader, o Chrome cria um atalho no Desktop como se fosse um aplicativo comum, ao abrir o atalho, tenho o Google Reader em uma janela independente do Chrome, como se fosse um aplicativo isolado mesmo, como se meu Google Reader fosse um aplicativo comum do sistema.

    Resumindo: para um navegador beta temos um trabalho digno do Google. A navegação é tranqüila e eficiente e os poucos bugs devem ser consertados até o lançamento oficial do aplicativo. Não é o navegador mais revolucionário do mundo nem a solução para a vida web mas aposto que todos que gostam da simplicidade e facilidade dos produtos Google vão se deliciar com esse navegador a medida que o mesmo amadurecer.

    Pontos Positivos:
    - Open-Source
    - Utiliza do WebKit
    - Interface limpíssima

    Pontos Negativos:
    - Bugs
    - Falta de suporte a plugins, temas, personalização
    - Falta opções para configurar o navegador

    Tags: , ,

    Postado por: Fabio Pallini

  • 13Aug

    Quando você digita um endereço na barra o Firefox por padrão te mostra as opções que você já visitou. Com essa dica ele auto completará o endereço, bastando apertar Enter para entrar no site…
    Dicazinha simples e funcional!

    Digite about:config na barra de endereços, e procure pelo campo browser.urlbar.autoFill
    Mude-o para true.
    Pronto, é só isso.
    Agora ao digitar, por exemplo, “algumacoisa” no firefox, ele completará para “algumacoisa.net/”, bastando um enter ;)

    É isso aí!
    Até mais…

    Tags: , , ,

    Postado por: Pedro Amantea

   

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  • Muito maneiro a casca do ovo como o carrinho de bebê, brilha...
  • mt legall.....Criancinhas Cabulosas!!!...
  • Que nojento!o macaco esta com doensas!e a cobra nem se fala!...
  • Aqui em casa só falta o maçarico. rs...
  • que bixos estranhos sao estes!! sera que isso esiste meismo?...